Um dia de chuva em Valongo. Pessoas fechadas nas suas casas e nos seus empregos, carros que atiram com água para os passeios vazios, onde ninguém se molha. E já ninguém usa o guarda-chuva para se proteger. Valongo abriga-se dentro de si própria, dentro de edifícios que apareceram ocupando os campos molhados por chuvas passadas.
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