São imensas as falhas. É notória a falta de capacidade de Ridley Scott para lidar com as questões filosóficas que pretende aqui levantar e, pior ainda, os personagens são completamente ocos, um conjunto de pessoas simples, básicas e agressivas (como convém ao cinema “mainstreem” de hoje). Já nem me refiro às inconsistências um pouco por todo o lado, comportamentos erráticos, questões formuladas sem qualquer tipo de fundamento e tentativas falhadas de provocar surpresa. No meio de tudo isto salva-se o actor Michael Fassbender (no papel de David, um andróide), na minha opinião o único com prestação digna de destaque.
A minha avaliação: 2/5.

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