Thursday, 24 May 2012
Eurovisão e o Fado.
De derrota em derrota lá vai o fado caminhando por essa Europa fora. Quando vão perceber os portugueses que o fado só serve mesmo para encher tascas algures no sul do país? Ah, também enchia há uns tempos o "Olympia" em Paris com alguns dos nacionais cá da casa que lá estariam de férias ou a trabalhar. Consigo ainda imaginar que no verão alguns turistas curiosos entrem no Algarve numas dessas tascas com cantoria ao vivo, que acompanham com algumas litradas de cerveja, amaciando assim os ouvidos.
Agora, levar isto ao festival da canção? Ridículo. Nem com os telefones em França abertos, nem com os votos dos emigrantes portugueses, nem com a ajuda dos outros concorrentes (e das suas músicas paupérrimas) que apareceram nesta semi-final... Portugal teria conseguido melhor classificação, com toda a certeza, tendo levado a Baku um cantor qualquer com uma canção qualquer, ao invés desta temática cansativa e tonta que já ninguém suporta.
Para fechar a sua aparição no evento, o país conseguiu ainda a fantástica proeza de mostrar que além de não saber participar, não sabe também votar. Pontuação máxima para a canção espanhola, algo que mais nenhum dos outros 30 e tal países votantes fez. Muito mau.
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